segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Em 'estágio' para o fantasporto!

"O medo desempenha na vida dos homens um papel importantíssimo. Se não fosse o medo dos homens, os homens poderiam viver sem medo."

Luís de Sttau Monteiro

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Saudade Visual: Unbreakable

Com o artigo anterior, recordei-me deste assombroso "Unbreakable"! Numa altura em que proliferam filmes de super-heróis, esquece-se por vezes um dos melhores retratos feitos ao género. Este filme é de longe o meu favorito feito por M. Night Shyamalan, compreendo perfeitamente que se considere "The Sixth Sense" a sua obra prima até o momento, mas a minha paixão por "Unbreakable" transcende a minha lógica. E por isso trago aqui esta cena que acho absolutamente perfeita, no seu 'jogo' com a banda sonora, muito bom!

David Dunn: I've never been sick, I've never been injured... what do I do now?
Elijah Price: Go to a place where people are... you won't have to wait very long.

Será que M. Night Shyamalan está de volta?

Já andam para aí imagens do novo filme de M. Night Shyamalan, "The Last Airbender". Confesso que os anteriores projectos deste senhor, a seguir ao incrível "Unbreakable", não me chamaram a atenção, nem me deixaram minimamente curioso...não sei porquê esta adaptação da série animada "Avatar: The Last Airbender" está a dar-me esperanças de algo grandioso, a ver se não desilude!

domingo, 10 de janeiro de 2010

Agora



Assim a quente, posso dizer que Agora tem verdadeiros momentos de génio! A história é poderosa e apesar de nos remeter para tempos idos, faz-nos reflectir sobre a nossa limitação intelectual, e sobre as repercussões que advêm da ignorância.

O desenrolar da acção passa-se no século IV, na altura do Governo Romano no Egipto, e prende-se com o aparecimento da hegemonia do cristianismo em relação às crenças pagãs da altura. No centro da história, está Hypatia, matemática, astrónoma, filosofa e professora de Alexandria, sendo a sua vida utilizada para compor um cenário histórico bem mais imponente - a história de quem somos.

Agora – dizem – é fiel à história, o que torna inevitável que a acção tenha momentos de real violência. Aliás, a violência de Agora é gráfica e mostrada sem preconceitos, é quase servida a cru fazendo questão de nos trazer desgosto pela condição humana e pelas suas infinitas capacidades de fazer valer a sua ignorância. Mostra com clareza o poder da turba, e irrita perceber que muitos de nós também podemos ser a turba sem nos apercebermos, podemos não gritar e apedrejar o próximo, mas a tentativa de fazer prevalecer a nossa “inteligência” em diferimento da dos restantes é ainda hoje uma realidade. E é desta filosofia que o filme se vale, levando o espectador a criar opiniões que não o deixam julgar a favor de nenhum ‘lado’, criando constantes dilemas morais em toda a acção, quase dizendo que o erro é a condição humana – e essa é, na minha opinião, a grande beleza da história!

Fascinou-me o cuidado tido na realização, pós-produção e fotografia que é indiscutível, sendo que o resultado visual é sublime, com momentos que roçam a perfeição! Nota-se que na realização Alejandro Amenábar desenvolveu um trabalho fantástico e digno de aplauso. Existe no entanto, em determinados momentos do filme, paragens de acção que, pessoalmente, eliminaria de bom grado. O maior pecado deste filme é o desenrolar da história, que está bem anunciada, e muito bem vendida a um espectador desperto, mas a concretização final, o fecho do círculo está um pouco desfocado e apresenta-se cansado pelo ritmo lento a que o filme nos obriga a operar para entender a sua história na totalidade. Apesar dos papéis muito bem interpretados pela belíssima Rachel Weisz, Max Minghella, Oscar Isaac, Ashraf Barhom (na minha opinião a melhor interpretação do filme), Rupert Evans, entre muitos outros, cansa-me a focalização da acção através de personagens centrais, neste estilo de filme épico, penso que não se enquadra, parece que me sinto sempre defraudado e à espera de uma concretização mais absoluta e menos pessoal!

No entanto posso dizer que é um filme a não perder que merece um visionamento atento. É curioso sentir, quando em salas com ‘pipoqueiros’, que o cinema e a história que nos é apresentada deixa as pessoas coladas ao banco. Tive hoje essa sensação, e até o normal e incessante mastigar das pipocas teve hoje um travão na tela, poucos filmes fazem isso acontecer.

Um filme que faz pensar, bem para lá do seu visionamento. Gosto disso!

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

"Ladrão que rouba a ladrão tem cem anos de perdão!"

"Robin Hood" é realizado por Ridley Scott que tem no seu currículo filmes como: Alien, Blade Runner, Gladiator, Hannibal, Kingdom of Heaven, American Gangster!

Para ajudar à festa, esta empreitada do filme foi escrita por Brian Helgeland, senhor por trás de L.A. Confidential, Conspiracy Theory, Payback, Blood Work, Mystic River...

Será preciso dizer mais? Estou a começar a salivar!

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Saudade Visual: V for Vendetta

Em estreia como realizador, James McTeigue, dirigiu aquele que considero um dos melhores filmes da última década!

Esta entrada em cena do herói V, é absolutamente sublime e merece ser vista e revista, todas as vezes que se puder, até se conseguir imitar o discurso, sem falhas e sem batota.

V: But on this most auspicious of nights, permit me then, in lieu of the more commonplace sobriquet, to suggest the character of this dramatis persona.
V: Voilà! In view, a humble vaudevillian veteran, cast vicariously as both victim and villain by the vicissitudes of Fate. This visage, no mere veneer of vanity, is a vestige of the vox populi, now vacant, vanished. However, this valorous visitation of a by-gone vexation, stands vivified and has vowed to vanquish these venal and virulent vermin van-guarding vice and vouchsafing the violently vicious and voracious violation of volition.
V: The only verdict is vengeance; a vendetta, held as a votive, not in vain, for the value and veracity of such shall one day vindicate the vigilant and the virtuous.
V: Verily, this vichyssoise of verbiage veers most verbose, so let me simply add that it's my very good honor to meet you and you may call me V.
Evey Hammond: Are you like a crazy person?

Um livro pirado!

Músico, compositor, argumentista cinematográfico e escritor de romances marados!

"(...)

-Quando chegarmos ao hotel, vou mostrar-te a coisa mais estranha do mundo!

- O quê, pai?

- Estou a falar-te de uma coisa completamente marada!

(...)

- Quer dizer, completamente de doidos!

- Pai!

- Quer dizer, para lá de pirado!

(...)

- Pai!

(...)

- Os sabonetes mais pequeninos que já viste na vida."


Nick Cave, in "A morte de Bunny Munro"

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Saudade Visual: It's a Wonderful Life

Porque o Natal é mesmo isto! E retirando as alusões divinas este é, na minha opinião, o melhor filme de natal de sempre. E confesso que não consigo não chorar nesta última cena. A personagem central do filme, George Bailey, interpretado pelo lendário James Stewart, somos todos nós, ou é o que todos nós de alguma forma tentamos ser!

Para quem já viu, vale a pena rever o final que aqui trago, certamente vão-se lembrar da bela sensação que é este filme. Para quem nunca viu, não carreguem no "play" do leitor, arranjem a versão integral, acreditem em mim, vale a pena!

domingo, 8 de novembro de 2009

Assassination of a High School President


Um filme colegial com trago a thriller jornalístico. Um verdadeiro mimo!

O argumento está bem escrito e aponta-nos uma história que não vou revelar para não tirar a piada ao conto. A escrita é previsível, assim como algumas das voltas que dá, mas também não penso que a tentativa de inovação tenha sido essa, mas sim a forma como todo o ambiente foi montado e encenado. No local, que não é mais que o equivalente da nossa escola secundária, desenvolve-se uma história com linhas de conspiração presidencial, onde o ambiente maçónico e de maquiavelismo roçam o genial. Tudo começa com o roubo do equivalente americano dos nossos exames nacionais, o SAT (Scholastic Aptitude Test), e acaba numa história elaborada e mirabolante. Existe neste filme um brilhantismo que se comprova, em mim pelo menos, na facilidade com que me conseguiram deixar tenso e ao mesmo tempo descontraído, com movimentos de história e de câmara na altura certa!

Mais uma vez, e como tem vindo a ser hábito em filmes mais pequenos, os actores que saltaram das séries são vários destacando-se notoriamente o papel de Reece Thompson, e a aparentemente insossa, mas bem enquadrada Mischa Barton. É possível encontrar lá um Bruce Willis igual a si mesmo, duro e mau, mas numa nota bem mais 'descontraída' do que é habitual!

E a banda sonora - ai a banda sonora - que se calhar não nos faz ir aos píncaros musicais como escolha isolada, mas tenho que admitir que as escolhas mexeram comigo devido à sua fantástica integração com o estilo do filme, onde destaco a música "Speak For Me" de Cat Power em determinado ponto do filme que me deu a volta à testa.

Uma pérola que infelizmente não passou nas salas de cinema portuguesas, mas que merece certamente um visionamento descontraído, retirando o snobismo da equação garanto um grande momento de boa disposição e de qualidade cinéfila.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Saudade Visual: Drunken Master

Este filme é uma das primeiras comédias de artes marciais do cinema, um verdadeiro momento de prazer para quem aprecia coreografias de luta a roçar o louco. Foi talvez através da celebrização deste filme que Jackie Chan ganhou a notoriedade. O homem por trás das coreografias de filmes como Matrix e Kill Bill, Woo-ping Yuen, desenha neste filme coreografias que metem os demais no bolso de trás. A mestria do desenho de uma boa luta associada à capacidade física e técnica de executantes exímios e o resultado só podia ser soberbo!

Admito que a personagem da última deusa bêbada, não foi feliz, mas tudo o resto compensa, e de que maneira! Ou então, a minha meninice é que está a escrever por mim.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Margaret Thatcher vs. Senhor das Marionetas

Existe aqui um imbróglio complicado para resolver. Por um lado, temos Sócrates, o grande mal do país, quase o mestre das marionetas, capaz de influenciar, vá-se lá ver, estações de televisão para que as mesmas não passem peças noticiosas comprometedoras. Meus amigos, se é pelo bem do país, não sei se já ouviram falar, existe o youtube, e é gratuito, vá-se lá ver a ironia. Do outro lado, Manuela Ferreira Leite, já apelidada de Margaret Thatcher, ou melhor ainda, a Dama de Ferro. É bom perceber que o termo dama, em Portugal, hoje em dia é apenas usado em líricas de hip-hop, e não num bom sentido!

Vou tentar excluir as questões jornalísticas, respectivas influências e protagonistas, recuso-me a comprometer a já trémula inteligência do seguinte texto.

Duas possibilidades estão em discussão nestas legislativas, ou o dominador de marionetas, ou a dama. Escolha, difícil! Sempre votei, excluindo nas europeias, em partidos mais pequenos, no entanto a possibilidade de ter no lugar máximo do país uma senhora que não consegue pensar para lá dos próximos 6 segundos, para lá dos próximos 6 segundos, para lá dos próximos 6 segundos, para lá dos próximos 6 segundos...e por aí adiante - percebe-se o problema deste loop intelectual! - não tem capacidade de falar, é que ela vai ser o cartão de visita do nosso país, e isso é aterrador! Vira-se então a cara para o senhor que me aterrorizou a mim, e pelo que me apercebi, metade do país enquanto recitava Fernando Pessoa numa peça televisiva, foi digno de uma participação robótica em “Blade Runner”. Não sendo fã absoluto de nenhum dos candidatos, confesso que tenho uma preferência enorme por José Sócrates. E apesar desse susto robótico, acho que do outro lado da barricada temos uma líder que apenas consigo classificar como deprimente!

«Eu não acredito em reformas quando se está em democracia, quando não se está em democracia, é outra conversa, eu digo como é que é e faz-se; e até não sei, se a certa altura, não é bom haver seis meses sem democracia, mete-se tudo na ordem e depois então, venha a democracia», Manuela Ferreira Leite. Admito que possa estar um pouco fora do contexto, mas é assustador, não é?

E então volto a minha face aos partidos minoritários, principalmente aqueles por quem nutro muita simpatia, os partidos de ESQUERDA em quem sempre votei. Ora bem, eu concordo que se lute pelo nosso lugar, é importante ter representação parlamentar. Não entendo no entanto a tentativa simplória, chamando-nos a todos quase de idiotas, quando dizem de pulmões abertos que não existem diferenças entre PS e PSD, e que por isso não tem mal fazer oposição cega ao partido do governo. Quase parece, e isso irrita-me, que pouco lhes importa que Manuela Ferreira Leite possa tomar o poder em Portugal. Ora se é esse o caso, porra, deixo de pensar que existe um palanque moral em que eles vivem e terraplena-se a opinião que tenho deles. Porque se na esquerda de Portugal, tanto faz PS ou PSD, tanto me faz PSD ou CDS. Será o caso? Se eliminarmos todos os intermédios infinitesimais, posso arriscar-me a dizer, 'que tanto vale CDS ou PCTPMRPP'.

Vivendo no Porto, o cenário que não está tão longe de poder ser MESMO realidade - vamos viver com o verdadeiro eixo do mal – Manuela, Cavaco, Rio e Menezes. Ora bem se o Lopes também ganha Lisboa, sinto no meu íntimo que podemos regar Portugal de gasolina e chegar-lhe fogo, porque o resultado será o mesmo.

Não pensem, deste texto, que estou irritado, porque não estou, há muito já me apercebi das inconsistências das cabeças do meu povo. Pá, o pior que pode acontecer, é alguém fazer-me cumprir a minha palavra, e caso o mal venha, emigrar!

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Ainda hoje me surpreendi com as pérolas jornalísticas do Jornal Nacional da TVI...

"O homem que se surpreende não é adulto." Dennis Mcshade

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Expectativa, expectativa!

Já temos um relance a "Inception", novo projecto de Christopher Nolan, mas o filme só chega em 2010, com sorte lá para Setembro. Mas nada como criar expectativa, está mais que provado que esse tipo de publicidade funciona.

Aquela música no fundo, quase frenética, lembra-me alguma coisa!

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Saudade Visual: The Thomas Crown Affair

Adoro este filme! Não sei explicar muito bem porquê, mas é um daqueles filmes que na cinematografia de entretenimento me deixa siderado. É a elegância do filme, das personagens, do conceito da história e da forma como é contada que me agradam tremendamente. Acho que as escolhas de Pierce Brosnan e de Rene Russo acertaram no centro do alvo. A aparição de Faye Dunaway, é um bom elogio e lembrança ao filme original, tendo ela uma presença bem conseguida, irónica até.

Esta cena final é brilhantemente acompanhada pela música "Sinner Man" de Nina Simone, do seu álbum Pastel Blues.

Dá-se dois rebuçados 'floco de neve' a todos os que souberem quantas vezes aparece nesta cena o quadro "The Son of Man" de René Magritte, presença aqui na tasca, no início da barra lateral!

Thomas Crown:Let's play ball!

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Por onde andas?

Dei de caras com este filme, enquanto saltava de página em página no IMDb, a ver, basicamente, o que se andava a fazer. No caso em questão, andava a ver em que projectos estava Bruce Willis metido, pelos visto estava numa de ser director de um liceu, tendo eu percebido que o filme estaria a ter reacções, para lá de positivas, em muitos dos blogues que lia. Chama-se "Assassination of a High School President", do qual se falou incessantemente aquando do seu lançamento e pelo facto de não vir a passar nas principais salas de cinema. Apareceram, inclusive, movimentos para o revitalizar e trazer para o circuito comercial normal, nesse sentido, esperei naturalmente, que viesse para as salas em Portugal, assim não aconteceu! Lançamento do DVD a 6 de Outubro, estou curioso o suficiente para o encomendar.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Saudade Visual: The Boondock Saints

Quando já se espera pelo segundo de Troy Duffy, não me canso de ver este primeiro: "The Boondock Saints". O trailer pode ser visto aqui.

Tem pinta, tem estilo, até tem reminiscências de filmes que me dão a volta à tola, não é uma obra-prima, mas eu gosto!

Connor: Now you will receive us.
Murphy: We do not ask for your poor, or your hungry.
Connor: We do not want your tired and sick.
Murphy: It is your corrupt we claim.
Connor: It is your evil that will be sought by us.
Murphy: With every breath we shall hunt them down.
Connor: Each day, we will spill their blood till it rains down from the skies.
Murphy: Do not kill, do not rape, do not steal, these are principles which every man of every faith can embrace.
Connor: These are not polite suggestions, these are codes of behavior and those of you that ignore them will pay the dearest cost.
Murphy: There are varying degrees of evil, we urge you lesser forms of filth not to push the bounds and cross over, into true corruption, into our domain.
Connor: For if you do, one day you will look behind you and you will see we three. And on that day, you will reap it.
Murphy: And we will send you to whatever god you wish.
Connor, Murphy, Il Duce: And shepherds we shall be, for Thee, my Lord, for Thee. Power hath descended forth from Thy hand, that our feet may swiftly carry out Thy command. So we shall flow a river forth to Thee, and teeming with souls shall it ever be.
Il Duce: In nomine Patri.
Connor: Et Fili.
Murphy: Spiritus Sancti.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Saudade Visual: No Retreat, No Surrender

Este filme é mau! Não há outra forma de o dizer. Os actores são terríveis, a história está construída de forma infantil, a realização, ui ai... Isto só vem provar o meu mau gosto de quando ainda usava galochas.

Como é que me deixavam alugar isto no meu videoclube e não me levavam para as traseiras para me darem um tiro, não compreendo. Mas fez parte da minha infância, faz-me lembrar da simplicidade desses tempos, e às vezes gosto dessa sensação. Não aconselho ninguém a ver, mas tive saudades de ser criança!

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Isto de "despertar o sótão", dói!

Nunca pensei que ser "rewinder" e esta mania de andar pelos sótãos (ou caves, tanto faz!) do Porto, me viesse a trazer tantos calos. Isto do belo centro histórico do Porto, é mesmo histórico e dá dores de costas!

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Vamos lá ver se voa sem asas

À memória de um tempo que volta atrás — se rebobinado na cassete da alma que é a memória — lançamos o primeiro evento cultural do despertar o sótão: rewinders.



«rewinders», o cartaz de promoção do evento.

Apresentando um cartaz diversificado, na noite de Sábado, 18 de Julho propomos nos espaços JUP, e com início pelas 21h30min., aquela que será uma noite da memória, com um outro tanto de memorável.

Senão, vejamos: uma primeira parte que contará com diversas surpresas. A meninice estalará, certamente, entre um delicioso teledisco, alguns anúncios e desenhos animados. O filme é para se (re)ver em conjunto: AEROPLANO!

Por fim: a banda sonora das três últimas décadas a juntar ao bar com bebidas a preço baixo pela noite dentro, dá o mote para toda uma noite de conversa. E se a entrada é gratuita, por que haveria de faltar?

Resumindo:

rewinders

teledisco, anúncios, desenhos animados, AEROPLANO!

bar e música pela madrugada dentro

Sábado, 18 de Julho de 2009, pelas 21h30min.

espaços JUP — Rua Miguel Bombarda, nº 187 — Porto

ENTRADA LIVRE!

[ O nosso sincero agradecimento ao JUP pelo espaço e apoio, e à criar comunicação pelo cartaz de promoção deste evento. ]

terça-feira, 7 de julho de 2009

WC

Imagine-se sentado no cinema, estamos a ver o "The Sixth Sense". E sente aquela vontade incontrolável de ir à casa de banho, porque nestas coisas da fisiologia, ela ganha sempre, a bem ou mal. E por azar do destino está NAQUELA parte do filme, sim aquela em que se descobre que ele...afinal: shshhh, não posso crer, shhh, incrível, shhhshh, espectáculo!, e nós estávamos na casa de banho. Para colmatar este problema, e para os de bexiga nervosa, aparece a solução: RunPee.com, um site que indica a altura certa para irmos à casa de banho durante um filme (para que não se percam as partes mais importantes). E até existe para iPhone, as maravilhas da tecnologia.

É, ou não é do caraças?!